Cinco pontos levantados pelo Fanael em 29/07, no celular. Isto é proposta visual: nada foi aplicado no game. Cada bloco mostra como está hoje ao lado de como ficaria.
#E05E3B, petróleo, Inter, escala 4·8·12·16·24).
Servem para decidir o partido, não para medir pixel.Hoje a tela fecha com a logo do Grupo Vilarouca e três linhas de crédito, sendo duas internas. O pedido: só autor e livro, e a assinatura passa a ser do GV Expresso — que é quem assina a série nas duas primeiras telas.
Conteúdo: Natalya · Coordenação de DHO — Gente & Cultura
Baseado em A Tríade do Tempo, de Christian Barbosa — adaptação Grupo Vilarouca.
GV Expresso · julho/2026
Três linhas, duas delas de crédito interno. A marca que fecha não é a mesma que abriu.
Baseado em A Tríade do Tempo,
de Christian Barbosa.
GV Expresso · julho/2026
Sai: a linha "Conteúdo: Natalya…" e o "adaptação Grupo Vilarouca". Entra: a logo do GV Expresso. O crédito ao autor ganha peso por ficar sozinho.
O exercício ocupa só o terço de cima e deixa 40% da tela vazia. O texto está em 12px, as duas colunas não alinham linha a linha (a da direita quebra em duas linhas e a da esquerda não), e a instrução é cinza-claro sobre fundo escuro. Não há sinal de progresso.
Toque numa técnica à esquerda e depois no problema que ela resolve, à direita.
As linhas não casam, o alvo de toque é pequeno e nada indica quantos pares faltam.
Instrução em 2 passos numerados, alto contraste · linhas casadas (as duas colunas esticam juntas) · contador de progresso · o par certo vira uma faixa verde única e sai do caminho · texto de 12 → 14px, alvo de toque maior. O espaço vazio some porque o exercício cresce.
O numeral escapa do círculo e cai em cima do título da demanda. Some-se que a demanda aparece duas vezes — na pílula do topo e como título grande —, o que empurra tudo para baixo e piora a colisão.
O "5" fica fora do anel e colide com o texto. Em telas menores encavala de vez.
O conserto real: o anel e o número viram duas camadas da mesma célula
de grid (display:grid + grid-area:1/1) em vez de posicionamento
absoluto — não tem como desalinhar, em nenhuma tela. Número maior (28px), e a
duplicação da demanda sai: fica só o título. O anel desce para junto das opções,
que é onde a decisão acontece.
"TOQUE NA CARTA" é um rótulo cinza de 11px dentro do card, acima do título — lê-se como legenda, não como ordem. E nada no card sugere que ele é tocável.
O rótulo compete com o título e perde. O card parece informativo, não interativo.
A instrução sai de dentro do card e vira uma faixa de ação com borda terracota, acima dele · o card ganha aro pulsante e um chip "toque aqui" na borda · o "toque para continuar" genérico some, porque agora há um alvo só.
Hoje o feedback é um balão escuro que flutua por cima do conteúdo e some em 2,9 s. Na tela do filtro dos 5 segundos ele chega a cobrir os botões de resposta. É o momento em que o game ensina — e é o elemento mais apagado da tela.
Cobre a resposta, some rápido, e o texto tem o mesmo peso do resto da tela.
Não é balão, é conteúdo. A faixa entra no fluxo abaixo da resposta,
empurra o layout e não cobre nada. Cor pela valência (verde acertou · âmbar atenção ·
terracota custou caro) e fica até você avançar — dá tempo de ler.
Ganha em: legibilidade, zero sobreposição, acessibilidade.
Perde em: é mais discreto — não celebra.
O feedback vira consequência visível. Selo central curto (1,4 s) com o
nome da técnica em destaque e o delta dos medidores animando na sequência —
liga o que você aprendeu ao número que se moveu. Depois some e deixa um chip fixo
junto ao medidor.
Ganha em: impacto, sensação de progresso, memória da técnica.
Perde em: interrompe o ritmo; em 15 blocos pode cansar.
index.html: a tela de encerramento, a função parRecap(), o bloco do
.crono e o CSS do #toast. Me diga o que aprovar, o que mudar e qual
proposta de feedback que eu implemento e publico num preview novo para você conferir no celular
antes de ir para produção.